#FalaCristão

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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

A Fantástica Fabrica de Verdades.



Uma igreja por esquina, uma denominação por bairro, uma linha teológica por pastor, uma pastor para cada 20 cristãos, falar em unir todos é falar em briga. Mas, por quê? O que faz com que as igrejas não se unam? Qual o motivo de pregarem tanto amor e terem tanto desprezo entre uma e outra?

Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências;
E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas.
2 Timóteo 4:3-4

O que vemos hoje quando estamos em uma igreja e depois visitamos outra? Em uma igreja pode isso, na outra não pode aquilo, na outra pode tudo, numa outra não pode nada. E qual é a base para tanta proibição e tantas interpretações, muita das vezes torpe, da palavra de Deus?

Vou contar uma breve história: Quando a religião foi formada uma meia dúzia de homens se reuniu e determinou o que poderia e o que não poderia ser lido e assim formou-se a bíblia como conhecemos hoje (síntese relâmpago), estes homens criaram alguns mitos e misticismo para “controlar” mais facilmente a massa, sim é o que a religião faz, ela controla você e te diz o que tem ou não que fazer para entrar no céu. O porem é: tudo o que a religião diz que podemos ou não fazer é verídico? O que a palavra de Deus diz sobre isso?
 Este foi o questionamento que todas as denominações fizeram, sendo assim interpretaram a palavra conforme achavam coerente separavam-se de seus ministérios e abriam uma nova igreja mostrando uma nova visão da “verdade”.

Durante muito tempo isso foi acontecendo e nada de muito extravagante era mudado, as igrejas não se entendiam, como ainda não se entendem hoje, o pior problema é que acabou virando moda essa mania de abrir igreja, todas dizendo que estão pregando a verdade, todas dizendo que são irmãs mas, achando que o Pai não está vendo, metem o pau uma nas outras e com medo de ficarem de castigo criam o “conselho de pastores” para supostamente unir as igrejas e agradar o Papai, o que nunca acontecerá porque se todas as igrejas se unirem, o espírito de "liderança" e posse que há em muitos líderes vai fazer com que haja briga pois, todos vão querer pastorear, todos vão querer que a igreja siga a sua linha teológica, sem contar nos pastores presidente de cada ministério que vão lutar muito por essa presidência.

Os meus “simples” questionamentos são: Vivemos em um mundo gospel de hipocrisia? Todo o amor e união que pregamos só servem para os irmãos que moram em casa e os outros que moram em casas diferentes eu só amo se ele concordar com meu pensamento? Continuaremos a criar novas verdades a cada salão aberto em uma esquina?



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terça-feira, 27 de janeiro de 2015

O PRECIOSO.


Você se considera um cristão?  

É muito fácil dizer que é “crente” da boca pra fora mas agir como um é que é a questão.

Nos dias de hoje é muito fácil chamado de evangélico, é muito comum um artista dizer que é crente e que agora vai cantar músicas gospel. O problema desse tipo de pessoa é que na maioria das vezes só está pensando em dinheiro e fama. O meio gospel hoje se tornou muito lucrativo e viável para artistas em geral. No entanto o ponto a ser abordado neste texto é semelhante, porém não exatamente este.

Vivemos em um tempo onde o capitalismo tomou conta da sociedade e o dinheiro se tornou quase sagrado. Muitos cristãos criticam e até pregam contra dízimos e ofertas mas na verdade são apenas um bando de capitalistas que não gosta que mecham no seu bolso. As pessoas hoje em dia são tão egoístas que só pensam nelas mesmas e quando se pede uma ajuda que dependa do dinheiro você é simplesmente rejeitado e ignorado. Experimente chegar em um pastor e pedir pra ele um lugar pra ficar por alguns dias, experimente chegar em uma faculdade de teologia com um desejo imenso de aprender mais sobre Deus para ver se eles te ensinaram de graça.
Não estou de forma alguma dizendo que tudo isso deveria ser de graça, no entanto acaba ficando restrito apenas as pessoas que têm algum poder aquisitivo.

O que tem de falsos cristãos nos dias de hoje pregando sobre amor ao próximo, mas eles mesmo não têm nenhum, não é pouco. O que tem de cristãos com dinheiro na poupança, enquanto seu vizinho passa fome, também é numeroso. A começar por nós que temos de 1 a 3 celulares em média, e não temos a coragem de comprar uma marmita de comida para quem necessita só porque está sujo e bêbado.

Está na hora de abrir os olhos e ver que a vida precisa de mais pessoas que tenham coração, a vida precisa de mais pessoas que amem as pessoas sem olhar para sua condição física, psicológica ou financeira. É tempo de pastores verem que não é só porque uma família tem um dizimo maior ou dá a maior oferta que ela tem privilégios na igreja, é tempo de saber que o tempo da graça é tempo de dar não mais 10% mas, sim 100% do que nos é dado. É tempo de viver o que se prega, é tempo de amar fora do templo, é tempo de doar sem esperar nada em troca, é tempo doar sua vida por outros, é tempo de não matar com palavras e rejeição aquele que não tem a raiz de todo o mal.


Pois o amor ao dinheiro é raiz de todos os males. Algumas pessoas, por cobiçarem o dinheiro, desviaram-se da fé e se atormentaram a si mesmas com muitos sofrimentos.

1 Timóteo 6:10


De um ponto de vista pessoal, qual é a principal causa do crescimento dos evangélicos no Brasil?

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